Felicidade Clandestina - versão contada pela filha da livraria.
Eu era gorda, um pouco baixa, tinham umas pintinhas no rosto, e meus cabelos eram bem cacheados. As meninas de Recife eram muito altas, tinham cabelos lisos eram loiras e muito lindas. Elas tinham inveja de mim, só por causa de meu pai, ser dono de uma livraria.
As meninas falavam que eu era pura crueldade, isso é mentira, eu era assim porque eu não tinha amiga, as únicas eram os livros, as meninas que não gostava de mim só porque, eu era diferente de todas as outras.
Em um dia, encontrei a menina, que eu sempre emprestava os livros que eu já tinha lido eu decidir dizer que tinha o livro As reinações de narizinhos de Monteiro Lobato, aquele era o livro mais grosso que ela já tinha visto, e eu disse que emprestaria o livro a ela, no dia seguinte ela foi em casa a procura do livro, eu que não recebia visita decidir dizer a ela que
eu tinha emprestado o livro , a que ele vencesse, no dia seguinte no outro dia estava ela, lá a beira da porta de casa, eu não havia necessidade de emprestá-lo ainda, então disse que ela chegou muito tarde.Na manhã seguinte lá estava a garota de cabelo loiros na porta de casa
com um sorriso no rosto e com a fome de pega-lo, senti-lo e ler o livro, eu ainda queria mais visita dela então disse, que ela não estava comigo. Eu fiz isso inúmeras vezes, só para todos pensar que, eu tenho amiga.Ela,foi em casa tantas vezes que minha mãe começou a desconfiar , até que quando ela foi em casa de novo , e minha mãe apareceu e perguntou
porque ela vinha para casa todo dia, a menina loira, falou para ela toda a história, quando minha mão ouviu, a menina que o livro nunca tinha saído de casa, e ainda disse a ela que ela poderia ficar com o livro de presente.
Enquanto eu chorava por não ter mais visita da menina, ela saia muito feliz assim como saia uma menina com seu namorado.
Ester dos Santos 7 ano
terça-feira, 3 de maio de 2011
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